domingo, 28 de outubro de 2007

Poesia Submarina

... "É uma situação extremamente confortável, como saber que o caminho que está sendo percorrido vai dar em um lugar bom."...


Poesia Submarina

Rostos aflitos
O sol e o frio
Um mar, um rio?

Tanta água
Tanto medo
E um dia bonito.

Tudo parecia pequeno demais
E era?

Perguntas que vão ficar sem resposta
Por que não falei de coisas boas?

Hoje em vez de fadas
O indizível.


Amanda Bertoni

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

O sonho e a noite de lua cheia



Hoje, quando cheguei
Deparei-me com uma cena incrível
O chão molhado pela chuva brilhava
E o ar úmido estava repleto de fadas pequeninas
A caminho da sala, eu era uma delas
Dançávamos pelo céu infinito.

Na sala, as pessoas assustadas
Pequenas fadas dizimadas
Não eram fadas, eram cupins.


Amanda Bertoni

Coincidências

As minhas postagens até agora foram sobre carros... Pra não ficar parecendo que sou uma "Maria Gasolina" achei que devia fazer um comentário a respeito.
Não sou a única a fazer postagens sobre carros... Qual não foi minha supresa ao acessar o blog (de excelente qualidade!!!) do Bruno Medina, um hermano, e encontrar dois textos sobre um fusca verde!!! O link: http://instanteposterior.globolog.com.br/ vale a pena conferir!
Pra completar... A música que estou ouvindo, e que inspirou essa entrada:

Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
(Pato Fu- Sobre o Tempo)



Espero não falar mais sobre carros na próxima entrada... Mas não posso garantir nada...
Aguardem cenas do próximo capítulo.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Eu o Chu e o Siena

A história que tenho pra contar também tem um personagem automóvel, mas tem mais a ver com não ter nada que fazer do que com carros propriamente ditos.
É assim:


As mesmas três pessoas da outra história (o carro também conta), na faculdade sem nada pra fazer...
Acontece que quando essas duas pessoas especificadas passam mais de 5 minutos sem fazer nada, surge sempre uma idéia mirabolante para acabar com o tédio. A idéia nesse caso foi abrir a tampa do motor do carro. (Idéia fantástica!!!)

Depois de alguns minutos de observação mecânica, os dois decidem que precisam encher o tanque de água que serve para lavar o vidro do carro. Com o auxílo de uma pequena garrafa lá fui eu. (Uma grande revelação: uma das pessoas da história era eu! ) Lá fui eu até um bebedouro no corredor da faculdade, garrafa em mãos. Em 3 minutos estava de volta com a garrafa cheia, despejei os 600 ml no tanque, e voltei para o mesmo bebedouro com a garrafa.

Ao chegar novamente ao carro, recebi uma outra garrafa vazia do meu querido primo (Outra grande revelação: a outra pessoa era o meu querido primo, Chu) e dono do carro. Agora eram duas as garrafas e eu já estava na 2 viagem com elas quando começei a notar os olhares estranhos que me lançavam as pessoas no corredor. Pensei que alguém iria me oferecer um balde, ou perguntar onde era o incêndio... Para minha felicidade nada disso aconteceu nas 5 idas e voltas.

Abastecido o tanque, fechamos a tampa do motor, entramos no carro e ouviu-se o suspiro de satisfação que só quem se sente útil pode dar.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

O forte sempre prevalecerá

A primeira postagem é a mais difícil. O resto flui. Mas como começar?

Bom. Era uma vez...

Duas pessoas atrasadas para a aula. Estavam a caminho da faculdade, na estrada, em um carro 1.0 a 100 por hora... (Um mistério senhores, saber como tal façanha foi alcançada em uma pista reta!). Heis que surge à frente do carro uma enorme (enorme mesmo) pick-up branca que o motorista atrasado tenta ultrapassar.

O passageiro não entende como, mas sente algo estranho que não consegue explicar, e pede ao motorista que desista imediatamente da ultrapassagem. O motorista obedece mesmo sem entender. Quando o carro volta à pista da direita, o farol ilumina a traseira da pick-up branca e deixa visível uma mensagem escrita na mesma cor, que os dois lêem em voz alta ao mesmo tempo: O forte sempre prevalecerá.

A cena que se segue é indescritível, mas tentarei reproduzir: O passageiro olha para o motorista com aquele ar de "entendeu?" e ambos caem na gargalhada até chegar ao destino, um bom tanto atrasados.